segunda-feira, 24 de outubro de 2011

A cada lua cheia

Há um cântico novo
em cada alvorada
de uma lágrima…

Nascem estrelas
a cada nova lua cheia…

Fecho os olhos
consigo conta-las
com a forma do oceano
quadros de aguarelas…

Dentro do âmago
no sonho que juntos sonhamos!

Quando o escuro se apaga
as mãos estão dobradas
num laço de precisão!

Um castelo é o meu abrigo
quando o teu ombro
fica perto do meu ouvido…

Murmuras silêncios
despidos de promessas
as melodias do meu ventre
são tudo aquilo que observas!

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