sexta-feira, 15 de julho de 2011

Nesta janela

Nesta janela onde me deito
da lua desfio as estrelas
que o teu olhar me entrega
nas nuances do teu sorriso
perco os poemas
porque no cerne do peito
o chilrear
é a imensurável paz
na comunhão perfeita
das nossas almas…

Na janela onde me deito
ergo o verbo mais alto
para te agradecer
o teu regresso
sem que nunca te tenhas ausentado!

A minha alma
vive de novo o jubilo
do teu ser do teu amar!

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