terça-feira, 23 de março de 2010

Estrelas de champanhe

Nos tons prata
Que vestem o céu
Vertendo estrelas de champanhe
Bailam ao vento
Duas silhuetas
Flutuam no fundo da noite
Em âmago de incenso
Que queima a tez

Sopram notas e sinfonias
Nos sons dos olhares
Trocados
Vagueiam os corações
Em nuvens de algodão
Maravilhas aconchegadas
Nas hostes da paixão
A sonhar pelo crepúsculo adentro

Ana Coelho





2 comentários:

  1. Olá Ana,

    Não me me recordo de ter lido este seu poema no Luso, mas aqui tem, sim, um gás natural e doce, como toda a sua poesia.

    Um dia feliz.

    beijinho

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  2. Olá Ana
    Entregaram-me um prémio e aceitando terei que passar a outros. Foste a escolhida. vai ao "Meu Rituais sem Nome. Beijos

    Belo este teu poema

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